segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

F. C. Tadim 1 - 0 C. D. Celeirós

Complexo Desportivo de Tadim
Domingo 15h00
27 Fevereiro 2011


Celeirós perde em tarde desinspirada


Tadim foi mais forte e conquistou os três pontos com todo o mérito


O Celeirós visitou o Tadim, esta tarde, e saiu derrotado por 1-0, resultado, de resto, bastante modesto para aquilo que se passou em campo.
A partida iniciou com o Tadim a jogar a favor do vento o que, por coincidência ou não, trouxe bastantes dificuldades para o Celeirós no desenrolar de toda a primeira parte. Logo aos 9’, Cartaxo falha uma intercepção à entrada da área que poderia ter comprometido. Aos 17’, Marinho sai lançado no corredor esquerdo passando por Manaca e, na tentativa de cruzamento, atira a bola directamente à barra. O Celeirós só em lances pontuais chegava à baliza do adversário. Aos 22’ foi através de Pereira, num remate cruzado da esquerda a sair um pouco ao lado. Passados dois minutos o Tadim dispôs da melhor oportunidade até então, através de um livre directo apontado por Caco, com a bola a embater directamente na trave, causando um arrepio nas bancadas. Na sequência do lance, Júlio ainda tentou sacudir a pressão rematando de longe, no entanto sem grandes resultados. À meia hora de jogo, o Celeirós cometeu nova falta à entrada da área e, desta vez, foi Marinho que se encarregou de converter o pontapé de livre que só terminou com a bola dentro da baliza. Foi um golo merecido por aquilo que a equipa da casa vinha a fazer até então. Aos 35’, o Tadim ainda voltou a dispor de mais um livre perigoso, com Caco a atirar para fora. O Celeirós também tentou a sua sorte na marcação de pontapé de livre por Júlio, aos 38’, mas a bola saiu um pouco ao lado. A primeira parte terminou com um livre para o Celeirós, cobrado por Tiago na direita, que terminou com o corte de um jogador do Tadim quase a fazer auto-golo. O 1-0 ao intervalo assentava bem por aquilo que as duas equipas tinham vindo a fazer.
A segunda parte foi pobre em termos de oportunidades para as duas equipas. O Celeirós equilibrou a balança mas sem nenhum momento de fazer encher o olho. Ainda assim, Miguel teve oportunidade de brilhar ao defender uma bola rematada por Tó à queima-roupa, aos 57’, evitando o que poderia ter sido o 2-0 e o fim das aspirações do Celeirós de chegar ao empate. Nelson também esteve bem aos 84’ ao efectuar um corte limpo na área, anulando a hipótese de Tó criar perigo. Aos 90’, Miguel e Tó foram novamente os protagonistas de um duelo, com o avançado a surgir na cara do guarda-redes e este a salvar o golo de forma audaz. Quando o árbitro se preparava para terminar o encontro, Pedro ainda deu a esperança de evitar a derrota, frente a frente com Nuno, num lance de ressaltos, mas a bola acabou nas mãos do guarda-redes. A partida terminou com a vitória do Tadim por 1-0.
Em termos de classificação, o Celeirós desceu ao sétimo posto com 30 pontos, a dois do Águias de Alvelos e a sete do segundo classificado GD Gerês. Na próxima jornada o Celeirós irá receber o SCL Enguardas.









































domingo, 20 de fevereiro de 2011

C. D. Celeirós 6 - 1 F. C. Roriz

Complexo Desportivo de Celeirós

Domingo 15h00

20 Fevereiro 2011


CHUVA DE GOLOS EM CELEIRÓS


Foi num ambiente de tempestade que o Celeirós recebeu o Roriz, equipa do fim da tabela que tão cedo não vai esquecer o jogo. Não pela chuva e pelo vento que se fez sentir mas sim pelos seis golos sofridos durante o encontro. A partida terminou com um 6-1 favorável à equipa da casa que, desta forma, subiu à sexta posição. Nota, também, para a lesão de Simauro, substituído aos 48’ por Fangueiro.

Foi talvez das exibições mais tranquilas do Celeirós esta temporada, não obstante do temporal que decidiu surgir já no decorrer da segunda parte. Por coincidência ou não, foi quando os golos apareceram em maior quantidade. O Celeirós desde cedo se afirmou no jogo. Aos 20’, Belela dribla no corredor esquerdo, mete bem em Manaca que se desmarca à entrada da área do Roriz, mas a recepção não saiu da melhor forma e o guarda-redes Braga conseguiu interceptar o lance que poderia ser perigoso. Dois minutos passados e, novamente, Manaca em destaque, a rematar em arco à entrada da área e a bola a rasar o ferro da baliza do Roriz. O Celeirós teimava em criar perigo e não deixava respirar o Roriz que, aos 23’, vê novamente a sua baliza em risco, desta feita com uma boa combinação entre Pereira e Hugo que termina com um remate de Bruno a sair pouco por cima. Aos 28’ foi a vez de Belela que após um passe/alívio de Júlio, consegue desmarcar-se e dominar a bola na área do Roriz e, só com Braga pela frente, atira a bola a rasar o poste esquerdo da baliza adversária. Num dos poucos lances em que o Roriz tentou incomodar a baliza do Celeirós, aos 36’, pediu-se uma grande penalidade por suposta mão de Belela que o árbitro não considerou. Pensava-se já no intervalo e eis que o primeiro golo surgiu pelos pés de Tiago que, num bom pormenor, se consegue desembaraçar do adversário e atira para dentro da baliza. Ainda se festejava nas bancadas quando Belela, numa das suas típicas rompidas pelo corredor esquerdo, com Pereira e Tiago isolados na área, decide efectuar um passe atrasado para Manaca que, à entrada da área, não perdoa executando o remate em jeito de forma exímia, fazendo desta forma o 2-0. Foi um golpe duro para a equipa do Roriz que, no entanto, pouco tinha feito para merecer outro resultado. O que não se previa era o que viria a seguir. O tempo mudou para pior e a eficácia aumentou para os lados da equipa da casa. A saga começou aos 62’ para não mais parar. Cruzamento de Hugo na direita e, Pereira, com o guarda-redes fora da baliza fuzila e faz o terceiro. Aos 65’, Belela surge isolado, finta o guarda-redes Braga e faz de forma exemplar o quarto. O Roriz ainda não tinha baixado os braços e aos 74’ aproveita um desentendimento na área do Celeirós e faz o golo de honra por Joca. Aos 86’, poder-se-á dizer que surgiu um golo acidental, quando Júlio aponta um livre indirecto do meio campo e Braga, ao tentar interceptar a bola, deixa-a escapar por entre as luvas permitindo deste modo o 5-1. A partida terminou com um golo de se lhe tirar o chapéu por parte da mais recente aquisição, Kiwi. É caso para se dizer, partida molhada resultado abençoado.