Complexo Desportivo de Celeirós
Domingo 15h00
20 Fevereiro 2011
CHUVA DE GOLOS EM CELEIRÓS
Foi num ambiente de tempestade que o Celeirós recebeu o Roriz, equipa do fim da tabela que tão cedo não vai esquecer o jogo. Não pela chuva e pelo vento que se fez sentir mas sim pelos seis golos sofridos durante o encontro. A partida terminou com um 6-1 favorável à equipa da casa que, desta forma, subiu à sexta posição. Nota, também, para a lesão de Simauro, substituído aos 48’ por Fangueiro.
Foi talvez das exibições mais tranquilas do Celeirós esta temporada, não obstante do temporal que decidiu surgir já no decorrer da segunda parte. Por coincidência ou não, foi quando os golos apareceram em maior quantidade. O Celeirós desde cedo se afirmou no jogo. Aos 20’, Belela dribla no corredor esquerdo, mete bem em Manaca que se desmarca à entrada da área do Roriz, mas a recepção não saiu da melhor forma e o guarda-redes Braga conseguiu interceptar o lance que poderia ser perigoso. Dois minutos passados e, novamente, Manaca em destaque, a rematar em arco à entrada da área e a bola a rasar o ferro da baliza do Roriz. O Celeirós teimava em criar perigo e não deixava respirar o Roriz que, aos 23’, vê novamente a sua baliza em risco, desta feita com uma boa combinação entre Pereira e Hugo que termina com um remate de Bruno a sair pouco por cima. Aos 28’ foi a vez de Belela que após um passe/alívio de Júlio, consegue desmarcar-se e dominar a bola na área do Roriz e, só com Braga pela frente, atira a bola a rasar o poste esquerdo da baliza adversária. Num dos poucos lances em que o Roriz tentou incomodar a baliza do Celeirós, aos 36’, pediu-se uma grande penalidade por suposta mão de Belela que o árbitro não considerou. Pensava-se já no intervalo e eis que o primeiro golo surgiu pelos pés de Tiago que, num bom pormenor, se consegue desembaraçar do adversário e atira para dentro da baliza. Ainda se festejava nas bancadas quando Belela, numa das suas típicas rompidas pelo corredor esquerdo, com Pereira e Tiago isolados na área, decide efectuar um passe atrasado para Manaca que, à entrada da área, não perdoa executando o remate em jeito de forma exímia, fazendo desta forma o 2-0. Foi um golpe duro para a equipa do Roriz que, no entanto, pouco tinha feito para merecer outro resultado. O que não se previa era o que viria a seguir. O tempo mudou para pior e a eficácia aumentou para os lados da equipa da casa. A saga começou aos 62’ para não mais parar. Cruzamento de Hugo na direita e, Pereira, com o guarda-redes fora da baliza fuzila e faz o terceiro. Aos 65’, Belela surge isolado, finta o guarda-redes Braga e faz de forma exemplar o quarto. O Roriz ainda não tinha baixado os braços e aos 74’ aproveita um desentendimento na área do Celeirós e faz o golo de honra por Joca. Aos 86’, poder-se-á dizer que surgiu um golo acidental, quando Júlio aponta um livre indirecto do meio campo e Braga, ao tentar interceptar a bola, deixa-a escapar por entre as luvas permitindo deste modo o 5-1. A partida terminou com um golo de se lhe tirar o chapéu por parte da mais recente aquisição, Kiwi. É caso para se dizer, partida molhada resultado abençoado.






















































